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Estadão não fez reportagem sobre suposta candidatura de Suzane von Richthofen pelo PT
14.10.2021 - 13h44
Rio de Janeiro - RJ
Circula pelas redes sociais que o jornal O Estado de S. Paulo teria publicado uma reportagem afirmando que Suzane von Richthofen – condenada a 39 anos de prisão por ter assassinado os pais em 2002 – estaria se candidatando a uma vaga de vereadora pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Por WhatsApp, leitores da Lupa sugeriram que esse conteúdo fosse analisado. Confira a seguir o trabalho de verificação​:
“Suzane Von Richthofen será candidata a vereadora pelo PT”
Texto de imagem que circula pelo WhatsApp
Falso
A informação analisada pela Lupa é falsa. Uma busca no acervo do Estadão indicou que o veículo não publicou nenhuma reportagem afirmando que Suzane von Richthofen estaria se candidatando a uma vaga de vereadora pelo PT. Na realidade, as últimas notícias que citam o nome dela dizem respeito aos filmes “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou os Meus Pais”, lançados na Amazon Prime Video, e que contam os diferentes pontos de vista do assassinato de Manfred e Marisia von Richthofen, pais de Suzane.
O boato de que ela estaria se candidatando a vereadora circula desde 2018. Na época, apareceram nas redes sociais “santinhos” eleitorais que mostravam, inclusive, seu suposto número para os eleitores votarem. A Lupa desmentiu essa informação falsa na época, indicando que ela nem é filiada ao PT. Em algumas versões da desinformação, ela teria se filiado ao PSDB – o que também é falso. Atualmente, a história voltou a circular pelas redes. Dessa vez, porém, o boato tem sido compartilhado como se tivesse sido publicado por um jornal. Esse tipo de estratégia é utilizado para tentar passar mais credibilidade para as pessoas que recebem o conteúdo desinformativo.
Esta‌ ‌verificação ‌foi sugerida por leitores através do WhatsApp da Lupa. Caso tenha alguma sugestão de verificação, entre em contato conosco pelo número +55 21 99193-3751.
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Conteúdo de verificação de informações compartilhadas nas redes sociais para mostrar o que é falso.
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Gabriela Soares
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